O cuidado de um bom professor, formador, líder e outros tipos de responsáveis é evitar o maior número possível de problemas e proceder, quando surgirem, por forma que sejam resolvidos eficazmente com a maior justiça e o mais rapidamente possível.
Para conduzir convenientemente os seus colaboradores e, portanto, obter bons resultados, um responsável só o poderá fazer se tiver a cooperação dos mesmos. Qualquer que seja o campo de actividade, um “chefe” está sempre em face dos seus colaboradores.
Naturalmente, o chefe (Coordena, dirige e controla) é o primeiro responsável pela PRODUÇÃO, CONSERVAÇÃO, FORMAÇÃO, SEGURANÇA, ENCAMINHAMENTO, RESPONSABILIDADE…, mas quem realmente assegura a produção em quantidade, qualidade, nos prazos, em segurança são os seus ou seus colaboradores. No caso dos alunos, nos estabelecimentos de ensino ou formação, quem aprende, ou não, são os mesmos.
As relações existem sempre. Se elas são boas, os resultados serão bons. Se, pelo contrário, são más, os resultados nunca serão satisfatórios e a tendência é agravarem, até se atingir um limite de incompatibilidade de consequências imprevisíveis, em todos os domínios.
Chama-se à atenção que nunca se poderá ultrapassar o RÍTMO estabelecido pelas NORMAS, a não ser em casos especiais mas com compensações previstas. Utilizando-se ritmos acima do normal, as pessoas adoecerão…e a produção será seriamente afectada.
Na condução de um grupo (Equipa) tem de se olhar ao conjunto mas de maneira nenhuma se pode deixar de tratar cada colaborador ou participante ou aluno como um ser humano que é.
Há variadíssimos elementos que intervêm no seu comportamento, tornando-as diferentes entre si:
-Hereditariedade;
-Meio;
-O tipo de tarefas;
-Saúde;
-Constituição física;
-A família;
-O salário ou prémios;
-O carácter;
-A instrução;
-A educação;
-etc..
O responsável tem de conhecer individualmente os seus colaboradores ou alunos, tendo o cuidado de não se imiscuir na sua vida particular. Tem de se lembrar, quando tem que estabelecer regras ou resolver um problema, que as reacções serão diferentes, em virtude dos elementos que intervêm no seu comportamento, dos quais alguns são exteriores à sua actividade profissional.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
FORMAÇÃO DO PESSOAL
A formação nos ensinos terá de ser um conjunto de acções a efectuar a fim de que cada colaborador ( professores, educadores, auxiliares, administrativos, metodólogos, psicólogos, etc.) ou grupos de colaboradores estejam prontos a assegurar, de forma conveniente, as funções que os directores gerais, em colaboração com o ministro correspondente, lhes confiou ou se propõe confiar-lhes, tendo em vista os objectivos que se querem atingir.
Quando se quer fazer formação, deve começar-se pela análise das necessidades e proceder com um mínimo de método. É absolutamente necessário saberem-se os objectivos e haver uma estrutura. Assim, será possível estabelecer, com precisão, os efectivos, a definição das atribuições, níveis de responsabilidades e encaminhamentos.
A formação é tanto mais necessária e tem maior efeito quando é antecipada a grandes alterações ou reestruturações.
Quando as evoluções são rápidas, maior terá que ser antecipada a formação a todos os formadores.
Para continuar a evoluir é necessária a adaptação e esta não é somente uma questão de créditos, é também e , principalmente, uma questão de pessoas.
Dada a grande evolução tecnológica a que assistimos, a formação terá de ser permanente, devidamente enquadrada e é necessária em todos os escalões.
A vida do estado é, essencialmente, o resultado da acção coordenada daqueles que a compõem. Todos são necessários mas também é preciso que saibam trabalhar em conjunto, que se entendam, se conheçam, falem a mesma linguagem, tenham os seus conhecimentos actualizados, tenham a preocupação de respeitar as regras de organização e difusão definidas. Todos devem aperfeiçoar o seu jogo de equipa e participar num treino sistemático e colectivo e não em acções casuísticas, ocasionais e circunstanciais.
Os responsáveis por haver ou não formação são os directores gerais (de acordo com as políticas definidas pelos ministros correspondentes). São eles que terão de coordenar a mesma porque, no momento que se desinteressarem dessa missão, o estado ficará sem resposta rápida para todas as evoluções e correspondentes adaptações.
Este tipo de formação terá de começar e obter aprovação dos docentes do ensino superior oficial ou privado (Universitário ou não) pois é aí que se formam os quadros superiores que irão, não só para outros ramos de ensino, como também para todas as áreas produtivas públicas ou privadas.
Do livro SABER INSTRUIR. Ver mais http://www.aoredor.net/saber_instruir.htm
Viriato Pina
Quando se quer fazer formação, deve começar-se pela análise das necessidades e proceder com um mínimo de método. É absolutamente necessário saberem-se os objectivos e haver uma estrutura. Assim, será possível estabelecer, com precisão, os efectivos, a definição das atribuições, níveis de responsabilidades e encaminhamentos.
A formação é tanto mais necessária e tem maior efeito quando é antecipada a grandes alterações ou reestruturações.
Quando as evoluções são rápidas, maior terá que ser antecipada a formação a todos os formadores.
Para continuar a evoluir é necessária a adaptação e esta não é somente uma questão de créditos, é também e , principalmente, uma questão de pessoas.
Dada a grande evolução tecnológica a que assistimos, a formação terá de ser permanente, devidamente enquadrada e é necessária em todos os escalões.
A vida do estado é, essencialmente, o resultado da acção coordenada daqueles que a compõem. Todos são necessários mas também é preciso que saibam trabalhar em conjunto, que se entendam, se conheçam, falem a mesma linguagem, tenham os seus conhecimentos actualizados, tenham a preocupação de respeitar as regras de organização e difusão definidas. Todos devem aperfeiçoar o seu jogo de equipa e participar num treino sistemático e colectivo e não em acções casuísticas, ocasionais e circunstanciais.
Os responsáveis por haver ou não formação são os directores gerais (de acordo com as políticas definidas pelos ministros correspondentes). São eles que terão de coordenar a mesma porque, no momento que se desinteressarem dessa missão, o estado ficará sem resposta rápida para todas as evoluções e correspondentes adaptações.
Este tipo de formação terá de começar e obter aprovação dos docentes do ensino superior oficial ou privado (Universitário ou não) pois é aí que se formam os quadros superiores que irão, não só para outros ramos de ensino, como também para todas as áreas produtivas públicas ou privadas.
Do livro SABER INSTRUIR. Ver mais http://www.aoredor.net/saber_instruir.htm
Viriato Pina
sábado, 23 de agosto de 2008
COMANDAR
SABER COMANDAR
PREFÁCIO À PRIMEIRA EDIÇÃO
A maioria dos livros que li sobre liderança são complicados e confusos e não oferecem, duma maneira geral, qualquer indicação simples e prática.
Pretendemos com SABER COMANDAR dar continuidade ao Saber Instruir, ou seja, será o segundo livro da série que pretendemos escrever sobre as 6 principais capacidades (Qualidades) do ser humano.
Pode-se também considerar como um livro Didáctico especial dando-nos razão disso a pedagogia.
Mais uma vez nos tivemos em consideração os ensinamentos baseados nas instruções do T.W.I. e F.P.C. (Já há muitos anos difundidos nos países mais ricos) e na prática que tivemos na direcção de empresas, na gestão dos recursos humanos, nos ensinos básico, técnico e secundário, oficial e particular.
Pretendemos, com este método, desenvolver, ajudar e facilitar as RELAÇÕES INTERPESSOAIS, para se diminuírem os atritos e, quando surgirem resolvê-los o melhor possível e segundo determinada técnica que iremos apresentar quer sejam de natureza intrínseca quer de natureza externa ao raio da nossa acção.
Não iremos tratar coisas sensacionais mas coisas simples e conhecidas, porém apresentadas de determinada ordem. Foram devidamente comprovadas e com esse método ganha-se vantagens pela rapidez, eficiência e máxima eficácia na prevenção e resolução dos problemas humanos.
Este livro não se destina apenas a instituições estatais, empresas e escolas com fins lucrativos ou não (professores, formadores, encarregados de educação, empresários, lideres empresariais, gestores, supervisores) mas também para todas as pessoas em geral, pois é a partir do berço que se deve desenvolver esta importante capacidade.
Quando acabar de ler este livro, ficará na posse do método e, portanto, das respostas que precisa para poder, de imediato, começar a melhorar os resultados dos problemas pessoais e não só, quer seja na empresa, na família e na sociedade.
Irá descobrir que este livro será, como um amigo, para prever e evitar os problemas e quando surgem encontrará a metodologia para os tratar mais convenientemente a fim de não ser prejudicada a produção ou o seu ser.
Aprender a aplicar constantemente este método irá resolver não só os problemas de pessoal ou pessoais e indirectamente todos os outros problemas de compras, vendas, financeiros, produção, etc..
Os princípios anunciados neste livro podem beneficiar variadíssimas organizações sem fins lucrativos, como por exemplo, as organizações governamentais:
Melhorar o ambiente de trabalho
Melhorar a prestação de serviço ao cliente
Reduzir o absentismo
Aumentar a motivação
Atrair pessoal qualificado
Eliminar os maus trabalhadores
As organizações políticas podem aplicar estes princípios para fazerem campanhas, angariar fundos, fazer campanhas de consciencialização.
As igrejas para atraírem e manterem os seus membros, angariar fundos e fazerem campanhas de sensibilização.
As escolas devem aplicar este método para:
Melhorar as relações interpessoais internas e externas
Aumentar a taxa de permanência
Melhorar os índices de formação
Melhorar os índices de segurança
Em conclusão a prevenção e resolução dos problemas de comando irão evitar ou melhorar as capacidades do conhecimento, das normas e costumes, a arte de convencer, a arte de simplificar ou melhorar os métodos e da própria segurança.
O MEDO TENDERÁ A DESAPARECER, DANDO LUGAR A UM BOM AMBIENTE PARA SE ATINGIRAR OS OBJECTIVOS DEFINIDOS.
Viriato Pina
PREFÁCIO À PRIMEIRA EDIÇÃO
A maioria dos livros que li sobre liderança são complicados e confusos e não oferecem, duma maneira geral, qualquer indicação simples e prática.
Pretendemos com SABER COMANDAR dar continuidade ao Saber Instruir, ou seja, será o segundo livro da série que pretendemos escrever sobre as 6 principais capacidades (Qualidades) do ser humano.
Pode-se também considerar como um livro Didáctico especial dando-nos razão disso a pedagogia.
Mais uma vez nos tivemos em consideração os ensinamentos baseados nas instruções do T.W.I. e F.P.C. (Já há muitos anos difundidos nos países mais ricos) e na prática que tivemos na direcção de empresas, na gestão dos recursos humanos, nos ensinos básico, técnico e secundário, oficial e particular.
Pretendemos, com este método, desenvolver, ajudar e facilitar as RELAÇÕES INTERPESSOAIS, para se diminuírem os atritos e, quando surgirem resolvê-los o melhor possível e segundo determinada técnica que iremos apresentar quer sejam de natureza intrínseca quer de natureza externa ao raio da nossa acção.
Não iremos tratar coisas sensacionais mas coisas simples e conhecidas, porém apresentadas de determinada ordem. Foram devidamente comprovadas e com esse método ganha-se vantagens pela rapidez, eficiência e máxima eficácia na prevenção e resolução dos problemas humanos.
Este livro não se destina apenas a instituições estatais, empresas e escolas com fins lucrativos ou não (professores, formadores, encarregados de educação, empresários, lideres empresariais, gestores, supervisores) mas também para todas as pessoas em geral, pois é a partir do berço que se deve desenvolver esta importante capacidade.
Quando acabar de ler este livro, ficará na posse do método e, portanto, das respostas que precisa para poder, de imediato, começar a melhorar os resultados dos problemas pessoais e não só, quer seja na empresa, na família e na sociedade.
Irá descobrir que este livro será, como um amigo, para prever e evitar os problemas e quando surgem encontrará a metodologia para os tratar mais convenientemente a fim de não ser prejudicada a produção ou o seu ser.
Aprender a aplicar constantemente este método irá resolver não só os problemas de pessoal ou pessoais e indirectamente todos os outros problemas de compras, vendas, financeiros, produção, etc..
Os princípios anunciados neste livro podem beneficiar variadíssimas organizações sem fins lucrativos, como por exemplo, as organizações governamentais:
Melhorar o ambiente de trabalho
Melhorar a prestação de serviço ao cliente
Reduzir o absentismo
Aumentar a motivação
Atrair pessoal qualificado
Eliminar os maus trabalhadores
As organizações políticas podem aplicar estes princípios para fazerem campanhas, angariar fundos, fazer campanhas de consciencialização.
As igrejas para atraírem e manterem os seus membros, angariar fundos e fazerem campanhas de sensibilização.
As escolas devem aplicar este método para:
Melhorar as relações interpessoais internas e externas
Aumentar a taxa de permanência
Melhorar os índices de formação
Melhorar os índices de segurança
Em conclusão a prevenção e resolução dos problemas de comando irão evitar ou melhorar as capacidades do conhecimento, das normas e costumes, a arte de convencer, a arte de simplificar ou melhorar os métodos e da própria segurança.
O MEDO TENDERÁ A DESAPARECER, DANDO LUGAR A UM BOM AMBIENTE PARA SE ATINGIRAR OS OBJECTIVOS DEFINIDOS.
Viriato Pina
sexta-feira, 28 de março de 2008
PORTUGAL PRECISA DE PESSOAS COMPETENTES
PORTUGAL PRECISA DE PESSOAS COMPETENTES
COMPETÊNCIA significa saber, querer e poder (Se faltar um destes verbos não se é competente).
COMPETÊNCIA será, além da aprendizagem para o desempenho da respectiva função, o seguinte:
1 – Manter-se actualizado perante a evolução social, económica, científica e técnica, na medida que essa evolução tenha repercussões sobre a sua função (saber).
2 - Estar de acordo com o objectivo que se pretende alcançar e depois querer ir até ao fim, admitindo cooperar com os outros (querer).
3 – Poder fazer bem o seu trabalho e agir com à-vontade. Assim, as suas capacidades poderão desenvolver-se pelo treino, com formação e pela “prática” (poder).
Mas a “competência” nunca se adquire definitivamente. Se a formação tende a realizar a conjugação harmoniosa dos conhecimentos, normas, costumes, leis, comunicação, simplificação, comando e segurança, também sabemos que ela está permanentemente inacabada e necessita sempre, aqui e ali de uma formação nova.
Se os responsáveis estiverem verdadeiramente preocupados em utilizar eficazmente todos os meios de que dispõem, preferirão iniciar uma acção metódica nas suas empresas ou estabelecimentos.
Viriato Pina
COMPETÊNCIA significa saber, querer e poder (Se faltar um destes verbos não se é competente).
COMPETÊNCIA será, além da aprendizagem para o desempenho da respectiva função, o seguinte:
1 – Manter-se actualizado perante a evolução social, económica, científica e técnica, na medida que essa evolução tenha repercussões sobre a sua função (saber).
2 - Estar de acordo com o objectivo que se pretende alcançar e depois querer ir até ao fim, admitindo cooperar com os outros (querer).
3 – Poder fazer bem o seu trabalho e agir com à-vontade. Assim, as suas capacidades poderão desenvolver-se pelo treino, com formação e pela “prática” (poder).
Mas a “competência” nunca se adquire definitivamente. Se a formação tende a realizar a conjugação harmoniosa dos conhecimentos, normas, costumes, leis, comunicação, simplificação, comando e segurança, também sabemos que ela está permanentemente inacabada e necessita sempre, aqui e ali de uma formação nova.
Se os responsáveis estiverem verdadeiramente preocupados em utilizar eficazmente todos os meios de que dispõem, preferirão iniciar uma acção metódica nas suas empresas ou estabelecimentos.
Viriato Pina
O PAPEL DO COMUNICADOR
O PAPEL DO COMUNICADOR
1 – Aceitar-se como um ser imperfeito, porque o é, por hereditariedade, pelo seu passado e pelo meio onde vive. Assim, compreenderá melhor as outras pessoas;
2 – Estar em contínuo aperfeiçoamento. Ao comunicar-se, é necessário que os formadores estejam conscientes dos objectivos e os valores em jogo e saibam lidar com as diferenças;
3 – Estar consciente da interligação, principalmente, entre o ensino e a família;
4 – Compreenda que o seu trabalho diário está também ligado aos acontecimentos na sociedade;
5 – Compreenda as diferenças sócio-culturais entre participantes;
6 – Estimule o trabalho independente e em grupo;
7 – Faça rotação periódico no grupo;
8 – Aplique sempre as posições relativas entre todos;
9 – Preparar-se, convenientemente, por cada objectivo, previamente estabelecido, para cada lição ou sessão;
10 – Preparar bem o local onde se vão reunir, os materiais e equipamentos necessários;
OBS. Para enfrentar os problemas tem de desenvolver as suas capacidades de conhecimentos gerais e específicos, do conhecimento de normas e costumes, aplicados na área onde actua ou vai actuar, de saber instruir(Arte de Instruir), de saber comandar (Arte de Comandar e Relações Interpessoais), de saber melhorar os métodos (Arte de Simplificar), de saber segurança (Condições perigosas e imprudências);
http://www.aoredor.net/testemunhos.htm
http://www.aoredor.net/saber_instruir.htm
http://www.aoredor.net/cursos.htm
http://www.aoredor.net/consultas.htm
1 – Aceitar-se como um ser imperfeito, porque o é, por hereditariedade, pelo seu passado e pelo meio onde vive. Assim, compreenderá melhor as outras pessoas;
2 – Estar em contínuo aperfeiçoamento. Ao comunicar-se, é necessário que os formadores estejam conscientes dos objectivos e os valores em jogo e saibam lidar com as diferenças;
3 – Estar consciente da interligação, principalmente, entre o ensino e a família;
4 – Compreenda que o seu trabalho diário está também ligado aos acontecimentos na sociedade;
5 – Compreenda as diferenças sócio-culturais entre participantes;
6 – Estimule o trabalho independente e em grupo;
7 – Faça rotação periódico no grupo;
8 – Aplique sempre as posições relativas entre todos;
9 – Preparar-se, convenientemente, por cada objectivo, previamente estabelecido, para cada lição ou sessão;
10 – Preparar bem o local onde se vão reunir, os materiais e equipamentos necessários;
OBS. Para enfrentar os problemas tem de desenvolver as suas capacidades de conhecimentos gerais e específicos, do conhecimento de normas e costumes, aplicados na área onde actua ou vai actuar, de saber instruir(Arte de Instruir), de saber comandar (Arte de Comandar e Relações Interpessoais), de saber melhorar os métodos (Arte de Simplificar), de saber segurança (Condições perigosas e imprudências);
http://www.aoredor.net/testemunhos.htm
http://www.aoredor.net/saber_instruir.htm
http://www.aoredor.net/cursos.htm
http://www.aoredor.net/consultas.htm
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
MELHORAMENTO DA PRODUTIVIDADE
Algumas das vantagens do método SABER INSTRUIR
1 – Técnicas para disposição correcta do mobiliário (Salas de aula, conferências,
reuniões, escritórios, postos de trabalho, etc.).
2 – Técnicas de posição relativa correcta entre pessoas e sua rotação.
3 – Técnicas de ANÁLISE dos modos operatórios ou dos modos formativos, tendo
em vista o seu melhoramento.
4 – Técnicas de INSTRUÇÃO para difusão e aquisição dos modos melhorados.
5 – Técnicas de estabelecimento dos PLANOS de formação e outros (Ocasionais e
programados).
6 – Técnicas de PREPARAÇÃO das tarefas de qualquer profissão, em qualquer
organização.
7 – Técnicas de TRANSMISSÕES ( Ordens, de conselhos, conhecimentos gerais e
específico).
8 – Técnicas de avaliação.
Nota – Estas técnicas orientadoras podem ser adoptadas por qualquer pessoa (Professores, formadores, empresários, pais, alunos, etc.).
Ver mais em www.aoredor.net/saber_instruir.htm
1 – Técnicas para disposição correcta do mobiliário (Salas de aula, conferências,
reuniões, escritórios, postos de trabalho, etc.).
2 – Técnicas de posição relativa correcta entre pessoas e sua rotação.
3 – Técnicas de ANÁLISE dos modos operatórios ou dos modos formativos, tendo
em vista o seu melhoramento.
4 – Técnicas de INSTRUÇÃO para difusão e aquisição dos modos melhorados.
5 – Técnicas de estabelecimento dos PLANOS de formação e outros (Ocasionais e
programados).
6 – Técnicas de PREPARAÇÃO das tarefas de qualquer profissão, em qualquer
organização.
7 – Técnicas de TRANSMISSÕES ( Ordens, de conselhos, conhecimentos gerais e
específico).
8 – Técnicas de avaliação.
Nota – Estas técnicas orientadoras podem ser adoptadas por qualquer pessoa (Professores, formadores, empresários, pais, alunos, etc.).
Ver mais em www.aoredor.net/saber_instruir.htm
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